10 de jul de 2018

Curiosidade a toda prova

Dotadas de uma capacidade de observação bastante aguçada, as crianças se sentem constantemente desafiadas a perguntar sobre curiosidades que surgem a partir dos estímulos que recebem no cotidiano. A partir dos 2 anos de idade, este interesse está voltado ao conhecimento da forma como os objetos vão parar em suas casas. Se voltam ainda para tentar decifrar o mundo ao seu redor e o grande mistério da vida: de onde eu vim? Por isso, nessa fase, que dura cerca de três anos, é comum ouvir perguntas como: foi a mamãe que deu essas sandálias para mim? E esse brinquedo? E a minha roupa? Para os especialistas, perguntando sobre os objetos que fazem parte de seu universo as crianças vão se situando no mundo e descobrindo sua origem. Além da origem, ao questionar quem deu as suas coisas e saber que foi uma tia, por exemplo, seu filho percebe como se formam as relações sociais, familiares e de amizade. Nota ainda que os pais não são os únicos a gostar dela. Aos adultos, só resta uma velha fórmula: boa vontade para responder às inúmeras perguntas. As respostas acalmam as crianças. Mostram que tudo, ou quase tudo, vem de algum lugar, inclusive ela. Essa curiosidade por quem deu pode coincidir com a dos intermináveis porquês, outro jeito de a criança entender o mundo e descobrir a própria origem (um mistério ainda não desvendado pelos inúmeros cientistas).


Fonte: Boletim CRESCER Online. Acesso em:<13.03.12>.

18 de abr de 2018

Estimule seu bebê ainda na barriga

O espaço quentinho e protegido na sua barriga não é um mundo isolado. Mesmo antes de nascer, o bebê pode sentir e escutar o que se passa com a mãe. Melhor do que saber que suas conversas com ele são ouvidas é que esses momentos dedicados a seu filho se refletem no desenvolvimento dele e, acredite, até no comportamento que terá no futuro.

Falar, acariciar a barriga, cantar e ouvir música são gestos percebidos pelos bebês ainda no útero. Esses momentos passam ao pequenino a sensação de tranqüilidade e segurança, e ajudam a estabelecer um vínculo ainda mais próximo com a mãe e o mundo que a cerca. Só isso já seria o bastante para dar toda a atenção para a barriga.

Mas tem mais. Estudos internacionais mostram que ouvir música clássica durante a gestação colabora no desenvolvimento do cérebro do baby é o chamado efeito Mozart.

Outra: o bebê estimulado desde a barriga com carinho, música e conversas tem uma capacidade maior de aprender na infância, e seu comportamento social é mais adequado", conta a terapeuta Mônica Lemos, da Universidade de Brasília.

E nem é preciso esperar ele nascer para notar os benefícios dessa atenção. Ainda na barriga, o bebê responde à mãe de uma forma muito especial , conta Mônica. "Os batimentos cardíacos ficam mais calmos, ele se movimenta, pisca e faz o movimento de sucção como se estivesse mamando quando a mãe canta, por exemplo", diz ela. Não há prazo certo para começar. Por volta da 16ª semana de vida o ouvido do feto já está formado, e ele pode escutar o que se passa lá fora.

Sabe aquela história de que a música que a mãe ouvia na gravidez é o único calmante para o recém-nascido chorão? É verdade, especialmente depois dos seis meses de gestação, quando a memória implícita já está formada no pequenino.

É esta parte do cérebro que, no futuro, dará a sensação de que aquilo já foi sentido antes. Quando estava grávida de Miguel, a atriz Nívea Stelmann aproveitava todos os momentos de tranqüilidade para estimular o bebê. Tomava longos banhos de espuma para acariciar a barriga e falar com ele, conta.

Na época, Nívea interpretava a vilã Graça, na novela global Chocolate com Pimenta. Preocupada com o impacto das cenas, ela explicava para o bebê o que estava acontecendo. Dizia para meu filho que aquilo era uma brincadeira, que a mamãe é atriz e as falas na gravação não eram o que eu pensava de verdade, lembra.

O esforço de Nívea para passar boas emoções ao bebê tem fundamento científico. Se a mãe está relaxada, o feto percebe isso e relaxa também. Se a mãe está tensa ele também é capaz de sentir e responde com tensão, diz a terapeuta Mônica. Portanto, não subestime o poder desse contato e aproveite para curtir o bebê desde já.




14 de mar de 2018

QUERO TE VER!

Com saudades e dominando as teclas do telefone com a ajuda de um adulto, seu filho te liga enquanto você está no trabalho e diz “mamãe, volta pra casa” ou “você vai demorar?” Depois de ouvir essas frases, seu coração murcha. E você pensava que a fase mais difícil seria a volta da licença-maternidade!

Isso ocorre, pois a criança realmente está com saudades e quer vê-la logo. Sentimento muito comum entre 2 e 3 anos. Sentem falta do adulto que lhe dá segurança. Mas cuidado para não chorar ao telefone. Pode passar insegurança. Imagine você ouvir o seguinte discurso: “Mamãe vai trabalhar porque precisa, é legal, divertido, mas volto no final do dia”. E ao telefone você chorar depois de ouvir o lamento. É para se indagar: se é tão bom, porque ela chora? Nessa hora, respire fundo e tente parecer que está tranqüila para passar segurança à criança. Diga que no momento não pode ir, porque está trabalhando, mas que volta no fim do dia. Procure estabelecer um diálogo com ela, perguntando o que já fez, se comeu, brincou. Não pergunte se gosta de você ou se está sentindo a sua falta, porque pode desencadear uma fragilidade que ela está tentando superar. Se tiver vontade de chorar, deixe para fazer depois de desligar o telefone. Aos poucos, a criança se acostuma com a rotina.

O importante é que você conduza tudo com muita calma, mesmo com o coração amassado. Quando puder, saia mais cedo do trabalho ou vá almoçar em casa. E aproveite muito o tempo em que estiver junto dela.


Fonte: Boletim Online CRESCER.

17 de fev de 2018

Pais, vocês estão preparados para seu filho entrar na escola?

Não pense que só a criança tem de se adaptar ao início da vida escolar. Os pais também precisam de um tempo para assimilar essa nova etapa


Manoel Marques / Produção Cinthia Pergola

Confie na escola
Parece óbvio, mas nem sempre acontece. É o primeiro passo para que a criança também se sinta segura no novo local. “É como se a mãe autorizasse alguém a cuidar do filho dela, e é nessa autorização que o processo de adaptação da família começa a dar certo”, afirma Liamara Montagner, coordenadora de educação infantil. Para que haja confiança, por sua vez, é importante que a escolha da escola tenha sido bem trabalhada. Quando é indicação de amigos ou familiares, fica fácil. Para quem não tem tais referências, esse vínculo se estabelece na medida em que os pais conhecem e se identificam com os princípios que norteiam o projeto pedagógico e a concepção de aprendizagem. E, naturalmente, precisam acreditar nesses valores éticos e morais estabelecidos pela escola.

Converse sempre com a equipe pedagógica
Não só as crianças, mas também os pais têm de ser assistidos no processo de adaptação. Esclarecendo dúvidas e conversando sobre eventuais incômodos, angústias e insatisfações com coordenadores e professores, os pais adquirem intimidade com a escola e se sentem mais confortáveis em relação a ela.

Aproveite a troca entre pais
O processo de adaptação é uma oportunidade de os pais se conhecerem, interagirem e compartilharem sentimentos. Nas conversas, descobrem que as crianças são muito semelhantes entre si e que eles, por sua vez, estão passando pelas mesmas angústias. Ao mesmo tempo, vão criando um vínculo no ambiente escolar. “Mães e pais que têm filhos mais velhos na escola exercem um papel importante nessa hora, pois passam segurança para os que estão sendo recebidos pela primeira vez”, diz a psicopedagoga Edimara de Lima, diretora de escola.

Lembre-se de que conquistas requerem esforços
“Existe uma tendência de os pais quererem superproteger os filhos, evitando ao máximo que sofram. Mas é importante lembrar que o ingresso na escola e as primeiras separações da mãe ou de casa fazem parte do processo de crescimento da criança”, afirma Paula Bacchi, orientadora de escola infantil. Ela acrescenta que os pais devem ter em mente que certas conquistas vêm acompanhadas de dificuldades. Representam também um amadurecimento da criança, e a escola é um excelente ambiente para isso acontecer.

Atente para o tom da separação
Despedidas dramáticas, duradouras e carregadas de emoção são um prato cheio para dificultar a entrada das crianças na escola. Independentemente do comportamento delas, os pais devem procurar dar um tom leve e até mesmo prático às despedidas. Duro, né? Mas é fundamental para que a criança perceba que não existe a opção de um choro segurar o pai ou a mãe na escola por mais tempo.

Preserve a rotina da criança em casa
Não é hora de mudanças de cama, de quarto, retirada de fraldas, chupeta, mamadeira e coisas do gênero.

Adapte-se aos horários e tenha assiduidade
“Nos primeiros dias, a pontualidade na hora de buscar é crucial. Um atraso pode deixar a criança insegura, com medo de que a mãe não volte, e dificultar a despedida e a permanência nos dias seguintes”, diz Edimara de Lima, diretora pedagógica. Mesma pontualidade no início do dia também para que a criança inicie as atividades com o grupo. Evite faltas, para que a criança se insira logo na rotina escolar.

Tenha cuidado com o que diz – e com o que não diz
Algumas armações, por mais inofensivas que possam parecer, costumam atrapalhar significativamente o processo de adaptação da criança. Na despedida, por exemplo, frases como “você vai ficar bem, não é?” ou “você não vai chorar, vai?” acabam sugerindo à criança que tenha comportamentos desse tipo. Criar expectativas exageradas, dizendo à criança que ela vai adorar, que a escola é maravilhosa, que as professoras são fantásticas etc., também pode ser prejudicial, pois pode gerar decepções para o pequeno. Por fim, nunca minta para seu filho (dizendo que vai para um lugar caso vá para outro) e, por mais que ele esteja brincando bem e tranqüilo, nunca vá embora sem se despedir. Isso quebra a relação de confiança com a mãe e pode gerar na criança o medo de ser abandonada naquele lugar estranho.

Choros são normais
O choro não significa que a criança não está gostando da escola. É uma maneira de ela dizer que é difícil se despedir da mãe. Paula Bacchi, diretora de colégio, acrescenta que é comum esse choro terminar assim que as mães viram as costas. Se o lamento se prolongar, vale investigar, claro. Ah, sim, tem muita mãe que também não agüenta as lágrimas. Mas tem de, pelo menos, não deixar a criança ver.

Não demonstre ter dúvidas
Comentários negativos em relação à escola nunca devem ser feitos diante delas. Se a criança perceber a insegurança da mãe, pode tomar o sentimento para si ou ainda se aproveitar da situação e recorrer a chantagens emocionais.

Tenha paciência
A maioria das crianças leva uma ou duas semanas para se adaptar à escola. Há algumas que levam dias e outras, meses. Isso não quer dizer que as de adaptação mais lenta vão gostar menos da escola. Significa apenas que precisam de um pouco mais de tempo. Resta respeitar o ritmo da criança.

Afaste-se por um tempo dos relacionamentos antigos
No caso de crianças que estão mudando de escola, convém, durante o período de adaptação, não incentivar o contato freqüente com amigos da escola antiga. Depois de a adaptação estar bem sucedida, o contato pode voltar a ser como era, mas, no início, é bom dar a chance para o pequeno receber o novo ambiente com certo afastamento da vivência anterior.

Sem culpas ou cobranças
Especialmente entre mães que colocam as crianças cedo na escola por motivos profissionais, a culpa é muito comum. “Mãe trabalhando em período integral é a realidade de muitas famílias, e a criança terá de conviver com isso. Não é um mal, mas um componente da família, que gera satisfação pessoal para a mãe ou, no mínimo, um aumento da renda familiar”, diz a psicopedagoga Edimara de Lima. Por isso, não é caso de se cobrar em relação às dificuldades próprias ou dos filhos.

Respeite as orientações
“É fundamental que os acompanhantes das crianças na adaptação atendam às solicitações passadas pelas professoras e pela coordenação da escola”, diz Liamara Montagner. E nos detalhes. Respeite a experiência da equipe no assunto.

Está tudo bem. Mas acabou?
Um belo dia, a criança chega feliz à escola, despede-se dos pais, fica bem durante todo o período e volta para casa lembrando as coisas boas vividas no dia. A adaptação está concluída? Talvez. É possível que seu filho, que ficou ótimo na primeira semana de aulas, apresente dificuldades na semana seguinte. Outra criança pode apresentar problemas dali a 15 dias ou um mês. Segundas-feiras, voltas de feriados e especialmente de férias também são momentos delicados, em que choros e reclamações nas despedidas podem voltar a aparecer. O importante, então, é os pais, como sempre, conversarem com a escola, que vai atentar também para eventuais jogos emocionais feitos pela criança. Satisfeitos com a escola escolhida, acreditem que é o lugar onde tudo acontece pelo bom desenvolvimento e bem-estar da criança.


17 de jan de 2018

Escola: uma decisão importante

Decidida a matricular seu filho na escola? Então, mãos à obra! O futuro começa agora e já é hora de decidir onde ele vai estudar. A questão é da maior importância e passa por uma série de aspectos, que a Revista CRESCER pesquisou cuidadosamente e lhe trouxe para facilitar a sua vida nessa difícil escolha.

A seleção deve começar pela linha pedagógica: você vai priorizar uma formação humanista em que se preza a criação de um ser crítico ou optar por uma linha mais pragmática, em que o foco é o conteúdo voltado para o vestibular e o êxito profissional? Para conhecer cada uma das linhas existentes, questione nas escolas que visitar todas as suas curiosidades a respeito.

A seguir, verifique se o corpo docente é composto por profissionais especializados. A partir daí, procure conhecer alguns aspectos que são fundamentais para que seu filho comece da melhor forma possível uma relação que pode durar a vida toda:

– As portas têm de estar abertas aos pais: você tem o direito de falar com a diretora, a coordenadora, a professora e quem mais lhe interessar.
– O projeto pedagógico tem de ser claro: eles são os princípios que vão nortear todas as práticas na escola.
– Os professores têm de ser estimulados a ter uma formação contínua.
– O discurso da instituição não pode ser vazio, como “a escola prioriza a autonomia”.
– A brincadeira tem de ser dirigida. O espaço deve garantir a autonomia da criança na sala.
– O método de aprendizado tem de ser do seu gosto: lição de casa, materiais utilizados, trabalhos por temas, incentivo à leitura etc.
– Como são trabalhados os direitos e os deveres? E os limites?
– O espaço físico tem de ser iluminado, gostoso. Não pode ser apenas um quintal adaptado.
– O lanche oferecido por eles deve ser saudável, bem cuidado. Convém checar as instalações da cantina.
– A rotina escolar deve propor horários para se fazerem as coisas e demonstrar organização e bom aproveitamento do tempo.
– Os valores da escola têm de combinar com os seus.


Fonte: Boletim CRESCER Online. Acesso em: <14.02.2012>

16 de dez de 2017

Faça do seu pequeno um grande Papai Noel

Da empolgação dos pais, parentes e amigos, sobrou a poeira e faltou lugar no quarto. Estou falando da montanha de brinquedos esquecidos num canto, num cesto ou numa caixa. Esse é o cenário do ambiente em que se desenvolvem muitas crianças, principalmente as de classe média. Aproveito essa época do ano em que as pessoas estão mais solidárias para lançar uma ideia: é hora de revirar os armários e fazer uma faxina nos brinquedos em desuso. Vamos ensinar os pequenos a doar os antigos objetos de prazer que, hoje, não significam mais nada.

Psicologicamente, um brinquedo é um instrumento que ajuda a criança a entrar em contato com a realidade. Auxilia na transição entre a fantasia e a realidade, desenvolvendo, principalmente, a criatividade. Quando o objeto não tem mais esse significado, ele acaba perdendo a função saudável. E é hora de passar o brinquedo adiante.

O processo de conscientização não é tão fácil assim. Mesmo sem brincar mais, muitas crianças ficam apegadas aos objetos. Segundo o psicólogo Alexandre Streb, os pais devem dar o exemplo, devem demonstrar desapegado. É importante mostrar para o filho que, quando a roupa não serve mais, ela deve ser doada para uma instituição ou para uma pessoa com poder aquisitivo menor.

– Tem que dizer que o brinquedo que não é mais importante para ele, mas que pode ter uma grande utilidade e dar alegria para outra criança. A criança precisa ser estimulada, e esse processo ajuda a desenvolver conceitos como segurança e autoconfiança.

Streb conta da experiência de uma menina de 6 anos. No Natal passado, ela decidiu doar a bicicleta. O pai foi a uma instituição na Vila Renascença. Perguntou para a responsável pela entidade se ela conhecia alguém que quisesse uma bicicleta e que a família não tivesse condições de comprar. Pai e filha deixaram a bicicleta com aparência de nova, colocaram-na no carro e foram até o endereço indicado. Da porta da casa humilde, saiu a menina. Ela não disse uma única palavra. Os olhos espichados e marejados em direção à bicicleta diziam tudo. Impossível definir qual das duas ficou mais feliz.


Fonte: Ticiana Fontana. Zero Hora - Caderno Meu Filho, de 19/12/2011.

15 de nov de 2017

O processo de desfralde


Por Rafaella Pelisser| Psicóloga| CRP 07-16972


A retirada de fraldas abre uma etapa determinante no que se refere à autonomia e à independência da criança.
Alguns comportamentos podem ser observados, indicando que o processo de desfralde deve ser feito:
- A criança avisa quando irá fazer xixi ou cocô;
- Mostra-se chateada, inquieta, desconfortável e/ou irritada com o uso das fraldas;
- Mostra maior interesse por penico e/ou vaso sanitário;
- Faz tentativas (muitas vezes, com sucesso) para a retirada da fralda.
Após a observação do momento da criança, sua disponibilidade e interesse para isso, inicia-se o processo de desfralde.


DICAS

- O desfralde quando feito será definitivo, ou seja, a fralda não deverá ser mais utilizada (com exceção da fralda noturna que deverá ser retirada após um bom controle esfincteriano diurno);
- Lembrem-se de perguntar à criança se ela quer ir ao banheiro, a cada 30 minutos, aproximadamente. Com o tempo vá aumentando este intervalo!
- O processo deve ser o mais lúdico possível, portanto as historinhas são ótimas aliadas nessa tarefa.


SUGESTÕES DE LIVROS

Hora do penico para meninas/Hora do penico para meninos
Hora de fazer xixi
O xixi da Lulu
A incrível fábrica de cocô, xixi e pum
Existem outros títulos também... Fiquem a vontade!
O importante é fazer deste momento uma experiência prazerosa para vocês e seu filho.



IMPORTANTE

Cada nova etapa precisa ser estimulada com respeito e carinho, através de adultos confiáveis, capazes de acolher, proteger, cuidar e incentivar, por isso, a tranquilidade e a segurança dos pais reforçam positivamente a evolução desse processo. 


Paciência é fundamental, pois os "vazamentos", principalmente no início, serão comuns e fazem parte do processo.